terça-feira, 27 de março de 2012

Dia do Circo

27 de Março

Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.
Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.
Alguns estudiosos afirmam que o circo surgiu na Antiguidade, na Grécia ou no Egito; alguns apontam a origem do circo na China, mais de 5000 anos atrás. Há inúmeras versões sobre a origem do circo, dissonantes ou não, elas concordam em um sentido: o propósito de entreter e até enganar seus espectadores, o que ocorreu em muitos casos.
A versão do circo como conhecemos - com picadeiro, lona, números com animais - é recente e foi criada pelo suboficial inglês Philip Astley, por volta de 1770, que montou um espetáculo eqüestre que contava com saltadores e palhaços.
Não entraremos no mérito da origem do Circo, procuraremos, portanto, apresentar alguns exemplos que mais se prolongaram como espetáculos circenses ao longo da história da humanidade.
O Coliseu de Roma, um anfiteatro reconstruído pelo imperador romano Júlio César, por volta dos anos 40 a.C., onde cabiam 87 mil espectadores, atraídos pelas mais variadas atrações, tais como: homens louros das regiões nórdicas, animais exóticos, engolidores de fogo, e posteriormente gladiadores que lutavam até a morte - a atração mais esperada pelo público do Coliseu.
A luta entre os gladiadores no Coliseu começou com o reinado de Nero (ano 54 a 68 da era cristã), era a instituição no Império Romano do chamado "panis et circense" (pão e circo), que tinha por objetivo dar ao povo comida e diversão, para que estes não clamassem por mudanças ou melhorias que poderiam abalar as bases do Império Romano.
As touradas na Espanha, uma prática que teve origem em Creta, onde o objetivo era domar e matar touros enfurecidos pelos gritos e pelos golpes de espadas aplicados pelos toureiros.
A arte acrobática na China, utilizada em um torneio chamado "A batalha contra Chi-hu" (Chi-hu equivalente a chefe de tribo), que consistia em um exercício de batalha, com participantes portando chifres nas cabeças, lançando-se uns contra os outros em grupo de dois ou três. Conhecido como o "jogo das cabeçadas" na era do imperador Wu, da dinastia Han (220-206 a. C.), transformou-se e passou a chamar-se Pai-Hsi (os cem espetáculos). A encenação evoluiu e tomou a forma de espetáculos anuais, conhecidos como o Festival da Primeira Lua. Que ganhou novos números com o passar do tempo.

No Brasil, "o maior espetáculo da Terra" tem origens tão diversas, quanto dissonantes; consenso mesmo só existe no fato de se admitir que houve uma chamada "Idade do Ouro", que segundo Omar Eliott, diretora da Escola Nacional de Circo no Rio de Janeiro durante o século XIX, os grandes circos estrangeiros vinham para cá aproveitando momentos econômicos favoráveis, como o ciclo da cana-de-açúcar, o "boom" da borracha e a ascensão do café, tomados como exemplos.
Os circos chegaram a ter entre seus espectadores, gente da nobreza e até mesmo imperadores.
Acredita-se que, com as constantes perseguições aos ciganos na Península Ibérica, muitos tenham chegado ao Brasil e entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo e as exibições com cavalos, conforme relata a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, que afirma "sempre houve ligação dos ciganos com o circo".
Atualmente, a grande maioria dos circos não usa mais animais em seus espetáculos, passou a contar com números mais ousados, primando pela encenação e pela profissionalização de seus componentes, com objetivo de competir com cinemas, teatros e outras formas de entretenimento.
Fonte: www.brasilcultura.com.br



domingo, 11 de março de 2012

MOMENTOS CEPEF


 



Coração de Tinta - O Livro Mágico

 http://www.youtube.com/watch?v=L4HtNuJU2ow&feature=player_embedded#!
                   O Fabuloso Destino de Amélie Poulain


Filha de "um refrigerador e uma neurótica", como diz o narrador do filme, a pobre Amélie Poulain teve uma infância incomum. Seu pai, um médico, era tão avesso a carinhos que bastava o toque de seu estetoscópio no peito da menina para que o coração dela disparasse de emoção – razão de ele ter diagnosticado Amélie como vítima de uma anomalia cardíaca. Deprimido pela neurastenia dos Poulain, o peixinho dourado da família tentou repetidas vezes se matar. Mamãe tanto rezou por um filho homem que, numa de suas visitas à igreja, foi involuntariamente assassinada por uma turista suicida, que escolheu aquele momento para se jogar do alto da torre. De certa forma, foi o que deixou Amélie livre para apreciar os pequenos prazeres da vida. Realmente pequenos, diga-se. As coisas favoritas de Amélie são mergulhar as mãos em sacas de cereais na mercearia, quebrar a crosta açucarada do crème brûlée com a colher e atirar pedrinhas na água, para vê-las ricochetear.O filme se ocupa de mostrar os rumos insólitos que a vida de Amélie – agora uma solitária garçonete do café Deux Moulins, no bairro de Montmartre – toma a partir do dia em que a princesa Diana morreu num acidente em Paris. Atônita com o noticiário, Amélie deixa cair a tampa do seu perfume, que atinge um ladrilho do rodapé. Atrás dele, a protagonista encontra uma caixa em que algum menino, décadas antes, escondeu seus pequenos tesouros: bonecos, figurinhas, fotos de jogadores. Amélie empreende uma caçada ao dono da caixa e transforma a vida dele ao reapresentá-lo ao passado. A garçonete descobre, assim, sua vocação: promover a felicidade alheia. O estratagema serve também para adiar a busca por sua própria realização, que ela teme não encontrar. Não que não sonhe com ela. No papel de seu príncipe, Amélie imagina o tímido Nino Mathieu Kassovitz), balconista de uma sex shop e, nas horas vagas, colecionador de fotos tiradas numa cabine automática do metrô e descartadas por seus donos. Quando Amélie encontra Nino pela primeira vez, pode-se ver seu coração vermelho-elétrico batendo no peito. A ação é incessante e os detalhes, tão profusos, que é virtualmente impossível não ser tragado pelo filme. 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Biblioteca na Educação Infantil:

Biblioteca na Educação Infantil:
 Para ORNELAS, 2002:
“A biblioteca na educação infantil é a biblioteca infantil! É importante notar que por trás da aparente obviedade desta afirmativa, há um emaranhado de questões ligadas à infância, à linguagem, à ludicidade e ao próprio conceito e características desse tipo de biblioteca.”

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ciência da Informação

Ciência da Informação
Campo que estuda a ação mediadora entre a informação e o conhecimento. Diferentemente a biblioteconomia olha, essencialmente, para um fluxo interno ao seu sistema.
(Barreto, in Starec, Gomes e Bezerra, 2006, p. 8)
http://gestaoinformacaoct.blogspot.com/2008/04/o-que-cincia-da-informao.html


A VAQUINHA 

Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita ... Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeiras, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas ... Então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? E o senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc ... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo". O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo". O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los. Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu: Continuam morando aqui. Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida ??? E o senhor entusiasmado, respondeu: Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora ... Ponto de reflexão:
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma conveniência com a rotina. Descubra qual, a sua ...
BIBLIOTECA NACIONAL


http://www.bn.br/portal/
www.bibliotecapmcg.blogspot.com